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	<title>Movimento Elefantes</title>
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	<description>Coletivo paulista de Big Bands. Música Instrumental Brasileira.</description>
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		<title>Banda Jazzco lança CD &#8220;Fevereiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro álbum da Banda Jazzco, Fevereiro, será lançado em show no dia 25 de julho
Segundo lançamento do Selo independente Elefantes
Além do Projeto Meretrio e Banda Jazzco, o coletivo Movimento Elefantes lança mais 4 Cds, pelo Selo Elefantes, até o fim de 2010
A Banda Jazzco lança pelo selo Elefantes, seu primeiro Cd, Fevereiro, no dia 25 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Primeiro álbum da Banda Jazzco, Fevereiro, será lançado em show no dia 25 de julho</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Segundo lançamento do Selo independente Elefantes</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além do Projeto Meretrio e Banda Jazzco, o coletivo Movimento Elefantes lança mais 4 Cds, pelo Selo Elefantes, até o fim de 2010</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Banda Jazzco lança pelo selo Elefantes, seu primeiro Cd, Fevereiro, no dia 25 de julho, às 11h, no Museu da Casa Brasileira &#8211; instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, em São Paulo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O selo Elefantes pretende difundir a música instrumental das 10 big bands paulistas que integram o coletivo em atividade desde 2009. A primeira leva de gravações trará mais  4 Cds que, até o fim de novembro, serão apresentados em shows de lançamento na temporada do coletivo no projeto Música no Museu.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O álbum Fevereiro, com 8 faixas,  é resultado dos 36 anos de trabalho da Jazzco que tem como ponto de partida o interesse comum dos integrantes da banda em desenvolver um trabalho de criação própria, livre de parâmetros ou determinações anteriores. Tal aspiração culminou em um estilo, repleto de ritmos e texturas brasileiras  &#8211;  resultado da heterogeneidade de seus músicos somada à liberdade da improvisação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ritmos como o samba e o frevo são alinhavados pela inventividade e improviso do jazz, neste caminho as músicas deste primeiro álbum revelam a sonoridade e personalidade que a Jazzco adquiriu desde sua primeira apresentação em 1974 até hoje .</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Algumas faixas:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Novo Brasileiro &#8211; A música composta por Todd Murphy &#8211; americano e integrante da Jazzco &#8211; que se inspirou no gingado da música nacional somado ao jazz, criando uma composição com ares de Bossa Nova. O americano, que vive há mais de 10 anos no Brasil, batizou a música como “Novo Brasileiro”, em menção a sua identificação com o Brasil, traduzindo seu sentimento na composição.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Jogando Brasa &#8211; Frevo enérgico e alegre composto por Petrolino Malaquias, pai do maestro pernambucano Cacá Malaquias, que já foi integrante da Banda Jazzco. O arranjo é do Maestro Duda de Recife.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Campo de Trigo – Composta por Milton Belmudes, a música tem um balanço bem mais suave em relação às outras, o que levou Geraldo Pantera, ex- trombonista da banda a nomeá-la Campo de Trigo, uma referência à suavidade do ritmo lento do compasso de 7/8  da primeira parte da música.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fevereiro &#8211; A música que dá nome ao disco, leva o nome do mês mais festivo, no Brasil, fazendo alusão à época do carnaval e ao ritmo alegre do samba. A música leva este nome, também pelo fato de ser uma música curta como a duração do mês de fevereiro.  A composição é de Milton Belmudes e tem arranjo de Todd Murphy.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Faixas do CD Fevereiro e repertório do show:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fevereiro (Milton Belmudes)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Novo Brasileiro (Todd Murphy)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Três Jeitos (Milton Belmudes)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na Capital (Rubinho Antunes)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sambalombra (Amador Bueno)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Jogando Brasa (Petronilo Malaquias)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Campo de Trigo (Milton Belmudes)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Cogumelo Tropical (Milton Belmudes )</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O lançamento da Banda Jazzco é o segundo do selo Elefantes, que pretende  registrar  em CDs a música instrumental das 10 big bands paulistas que integram o coletivo Movimento Elefantes &#8211; em atividade desde 2009. Até o fim de novembro, o selo terá lançado o total de 6 Cds, em shows na temporada do coletivo no projeto Música no Museu.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">JAZZCO &#8211; 36 anos de Jazz brasileiro</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Formada em 1974, foi o primeiro grupo do Brasil, onde os instrumentos de sopro e o vocal tinham igual projeção e importância. O primeiro show foi realizado, dia 28 de agosto, no parque do Ibirapuera.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No ano seguinte a banda participou do I Festival de Iacanga, no interior do estado de São Paulo, considerado o Woodstock brasileiro. O evento aconteceu em uma fazenda do município de Iacanga e recebeu grandes nomes do rock e pop brasileiro. No evento a Banda Jazzco tocou para cerca de 35000 pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em maio de 1975, a Jazzco participou, em São Paulo, do festival de rock-pop Banana Progressiva, que contou com a presença de músicos como Lobão, Lulu Santos, Ritchie, Hermeto Pascoal, Erasmo Carlos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em julho de 1975 em Apucarana no Paraná seria a ultima apresentação da Banda Jazzco, que fez uma pausa de 5 anos sem shows.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em 1980 quatro dos antigos integrantes da banda uniram-se a outros sete músicos retomando as atividades musicais. Durante a história da Jazzco, músicos respeitados fizeram parte de sua formação, por onde, nas palavras do Maestro Branco, “já passaram os maiores músicos do Brasil”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Após a evolução musical dos músicos e da banda como um todo, o trabalho instrumental sugerido por cada elemento flui para um ambiente de criação coletiva, que é a marca da Banda Jazzco. A sonoridade da banda, hoje, tende a uma orientação de ritmos e texturas brasileiras, sob a forma jazzística, edificado sobre o impulso criativo de cada elemento. É proposto um tema e abre-se espaço à improvisação. Esta pesquisa prima por ser um trabalho onde haja campo para apresentação da experiência de cada um e ao mesmo tempo procura a realização do grupo no âmbito musical e profissional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Após muita música, algumas pausas, apresentações nos mais variados locais como teatros, festivais, centros culturais, TVs, parques, clubes, e bares, a Banda Jazzco tem como principais características a experiência e a evolução musical da banda somadas à um amor intenso pela música e à amizade. Tais elementos fazem da Jazzco, uma banda que há 36 anos vem fazendo história na música instrumental brasileira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O álbum e a banda nas palavras do bandleader – Amador Bueno</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Estou muito feliz por ter realizado este trabalho sem me importar com o tempo, somente com a sonoridade, a qualidade dos arranjos, execuções e improvisações, que foram catalizados pela amizade, amor à música e expressão artística.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A criatividade livre dos compositores e arranjadores foi fundamental para o amalgama musical e prazeroso que atraiu tantos músicos de primeira grandeza para este disco tão sonhado, não apenas por mim, mas por todos que participaram da Banda Jazzco em sua história .&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Músicos  que integram a Jazzco:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Amador Bueno (baixo)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vitor Alcantara (sax alto, sax soprano e flauta)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fábio Oriente (guitarra)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Todd Murphy (trombone)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Junior Galante (trompete)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Gerson Galante (sax tenor)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Chico Macedo (sax barítono, flauta e pícolo)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pepa D&#8217;elia (bateria)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Rafael Toledo (percussão)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">João Lenhari (trompete)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Iuri Salvagnini (piano)</div>
<p>A Banda Jazzco lança pelo selo Elefantes, seu primeiro Cd, Fevereiro, no dia 25 de julho, às 11h, no Museu da Casa Brasileira &#8211; instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, em São Paulo.</p>
<p>O selo Elefantes pretende difundir a música instrumental das 10 big bands paulistas que integram o coletivo em atividade desde 2009. A primeira leva de gravações trará mais  4 Cds que, até o fim de novembro, serão apresentados em shows de lançamento na temporada do coletivo no projeto Música no Museu.</p>
<p>O álbum Fevereiro, com 8 faixas,  é resultado dos 36 anos de trabalho da Jazzco que tem como ponto de partida o interesse comum dos integrantes da banda em desenvolver um trabalho de criação própria, livre de parâmetros ou determinações anteriores. Tal aspiração culminou em um estilo, repleto de ritmos e texturas brasileiras  &#8211;  resultado da heterogeneidade de seus músicos somada à liberdade da improvisação.</p>
<p>Ritmos como o samba e o frevo são alinhavados pela inventividade e improviso do jazz, neste caminho as músicas deste primeiro álbum revelam a sonoridade e personalidade que a Jazzco adquiriu desde sua primeira apresentação em 1974 até hoje .</p>
<p>Algumas faixas:</p>
<p>Novo Brasileiro &#8211; A música composta por Todd Murphy &#8211; americano e integrante da Jazzco &#8211; que se inspirou no gingado da música nacional somado ao jazz, criando uma composição com ares de Bossa Nova. O americano, que vive há mais de 10 anos no Brasil, batizou a música como “Novo Brasileiro”, em menção a sua identificação com o Brasil, traduzindo seu sentimento na composição.</p>
<p>Jogando Brasa &#8211; Frevo enérgico e alegre composto por Petrolino Malaquias, pai do maestro pernambucano Cacá Malaquias, que já foi integrante da Banda Jazzco. O arranjo é do Maestro Duda de Recife.</p>
<p>Campo de Trigo – Composta por Milton Belmudes, a música tem um balanço bem mais suave em relação às outras, o que levou Geraldo Pantera, ex- trombonista da banda a nomeá-la Campo de Trigo, uma referência à suavidade do ritmo lento do compasso de 7/8  da primeira parte da música.</p>
<p>Fevereiro &#8211; A música que dá nome ao disco, leva o nome do mês mais festivo, no Brasil, fazendo alusão à época do carnaval e ao ritmo alegre do samba. A música leva este nome, também pelo fato de ser uma música curta como a duração do mês de fevereiro.  A composição é de Milton Belmudes e tem arranjo de Todd Murphy.</p>
<p>Faixas do CD Fevereiro e repertório do show:</p>
<p>Fevereiro (Milton Belmudes)</p>
<p>Novo Brasileiro (Todd Murphy)</p>
<p>Três Jeitos (Milton Belmudes)</p>
<p>Na Capital (Rubinho Antunes)</p>
<p>Sambalombra (Amador Bueno)</p>
<p>Jogando Brasa (Petronilo Malaquias)</p>
<p>Campo de Trigo (Milton Belmudes)</p>
<p>Cogumelo Tropical (Milton Belmudes )</p>
<p>O lançamento da Banda Jazzco é o segundo do selo Elefantes, que pretende  registrar  em CDs a música instrumental das 10 big bands paulistas que integram o coletivo Movimento Elefantes &#8211; em atividade desde 2009. Até o fim de novembro, o selo terá lançado o total de 6 Cds, em shows na temporada do coletivo no projeto Música no Museu.</p>
<p>JAZZCO &#8211; 36 anos de Jazz brasileiro</p>
<p>Formada em 1974, foi o primeiro grupo do Brasil, onde os instrumentos de sopro e o vocal tinham igual projeção e importância. O primeiro show foi realizado, dia 28 de agosto, no parque do Ibirapuera.</p>
<p>No ano seguinte a banda participou do I Festival de Iacanga, no interior do estado de São Paulo, considerado o Woodstock brasileiro. O evento aconteceu em uma fazenda do município de Iacanga e recebeu grandes nomes do rock e pop brasileiro. No evento a Banda Jazzco tocou para cerca de 35000 pessoas.</p>
<p>Em maio de 1975, a Jazzco participou, em São Paulo, do festival de rock-pop Banana Progressiva, que contou com a presença de músicos como Lobão, Lulu Santos, Ritchie, Hermeto Pascoal, Erasmo Carlos.</p>
<p>Em julho de 1975 em Apucarana no Paraná seria a ultima apresentação da Banda Jazzco, que fez uma pausa de 5 anos sem shows.</p>
<p>Em 1980 quatro dos antigos integrantes da banda uniram-se a outros sete músicos retomando as atividades musicais. Durante a história da Jazzco, músicos respeitados fizeram parte de sua formação, por onde, nas palavras do Maestro Branco, “já passaram os maiores músicos do Brasil”.</p>
<p>Após a evolução musical dos músicos e da banda como um todo, o trabalho instrumental sugerido por cada elemento flui para um ambiente de criação coletiva, que é a marca da Banda Jazzco. A sonoridade da banda, hoje, tende a uma orientação de ritmos e texturas brasileiras, sob a forma jazzística, edificado sobre o impulso criativo de cada elemento. É proposto um tema e abre-se espaço à improvisação. Esta pesquisa prima por ser um trabalho onde haja campo para apresentação da experiência de cada um e ao mesmo tempo procura a realização do grupo no âmbito musical e profissional.</p>
<p>Após muita música, algumas pausas, apresentações nos mais variados locais como teatros, festivais, centros culturais, TVs, parques, clubes, e bares, a Banda Jazzco tem como principais características a experiência e a evolução musical da banda somadas à um amor intenso pela música e à amizade. Tais elementos fazem da Jazzco, uma banda que há 36 anos vem fazendo história na música instrumental brasileira.</p>
<p>O álbum e a banda nas palavras do bandleader – Amador Bueno</p>
<p>&#8220;Estou muito feliz por ter realizado este trabalho sem me importar com o tempo, somente com a sonoridade, a qualidade dos arranjos, execuções e improvisações, que foram catalizados pela amizade, amor à música e expressão artística.</p>
<p>A criatividade livre dos compositores e arranjadores foi fundamental para o amalgama musical e prazeroso que atraiu tantos músicos de primeira grandeza para este disco tão sonhado, não apenas por mim, mas por todos que participaram da Banda Jazzco em sua história .&#8221;</p>
<p>Músicos  que integram a Jazzco:</p>
<p>Amador Bueno (baixo)</p>
<p>Vitor Alcantara (sax alto, sax soprano e flauta)</p>
<p>Fábio Oriente (guitarra)</p>
<p>Todd Murphy (trombone)</p>
<p>Junior Galante (trompete)</p>
<p>Gerson Galante (sax tenor)</p>
<p>Chico Macedo (sax barítono, flauta e pícolo)</p>
<p>Pepa D&#8217;elia (bateria)</p>
<p>Rafael Toledo (percussão)</p>
<p>João Lenhari (trompete)</p>
<p>Iuri Salvagnini (piano)</p>
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		<title>Projeto Meretrio lançamento do CD</title>
		<link>http://www.movimentoelefantes.com/?p=650</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 14:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O Projeto Meretrio é uma continuação do trabalho do Meretrio, formado pelos músicos Emiliano Sampaio – guitarra, Gustavo Boni – baixo e Luís André Gigante – bateria.
Após o lançamento do primeiro disco com a formação de power trio no final de 2007 e a realização de diversos shows nas principais casas de música instrumental e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.myspace.com/meretrio"><img src="http://www.movimentoelefantes.com.br/imagens/capaCD.jpg" alt="" /></a></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Projeto Meretrio é uma continuação do trabalho do Meretrio, formado pelos músicos Emiliano Sampaio – guitarra, Gustavo Boni – baixo e Luís André Gigante – bateria.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Após o lançamento do primeiro disco com a formação de power trio no final de 2007 e a realização de diversos shows nas principais casas de música instrumental e espaços culturais de São Paulo e Campinas, o grupo decidiu expandir sua formação através da soma de seis instrumentistas de sopro, chegando à formação de noneto, grupo que foi batizado de Projeto Meretrio.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sem perder as características desenvolvidas pelo trio desde 2003, encontramos no trabalho do noneto composições que fogem aos padrões ‘tradicionais’ dos grupos de sopro, ainda que influenciado diretamente pelo jazz, música brasileira e música erudita, sem deixar de lado o humor e a improvisação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nas palavras do maestro Roberto Sion &#8220;“Música consciente, plena de surpresas, meio Kurtweill, meio Mingus, tentando se libertar da tirania &#8220;jazzística &#8220;, sem deixar a criatividade. É isto que nos mostram Emiliano e seus companheiros.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A busca por novidade e identidade concretiza-se mais uma vez no trabalho do grupo, através do lançamento do disco &#8220;projeto meretrio&#8221;, que foi lançado em 2010.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alexandre Oliveira – trompete e flugelhorn</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alessandro Ribeiro – trompete e flugelhorn</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Didi Machado – trombone</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Leandro Lima – sax alto e clarinete</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Marcelo Valezi – sax tenor e flauta</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Marcio Silva – sax barítono e flauta</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Luis André Gigante – bateria</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Gustavo Boni – contrabaixo elétrico</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 447px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Emiliano Sampaio – guitarra</div>
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		<title>Música instrumental conquista pouco a pouco seu espaço</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estadão, sábado, 14 de novembro de 2009, 14:35
Música instrumental conquista pouco a pouco seu espaço
Com o esforço de músicos e novos bares e festivais, gênero conquista maior admiração do público
Roger Marzochi, da Agência Estado
SÃO PAULO  &#8211; Entre os motoristas que enfrentam os mais de cem quilômetros de congestionamentos na cidade de São Paulo, há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estadão, sábado, 14 de novembro de 2009, 14:35</p>
<p>Música instrumental conquista pouco a pouco seu espaço<br />
Com o esforço de músicos e novos bares e festivais, gênero conquista maior admiração do público</p>
<p>Roger Marzochi, da Agência Estado</p>
<p>SÃO PAULO  &#8211; Entre os motoristas que enfrentam os mais de cem quilômetros de congestionamentos na cidade de São Paulo, há um professor de física que prefere fazer música à ouvi-la no rádio. Enquanto os mais estressados tocam sua revolta numa nota só da buzina, Orlando Cirullo pega o seu trompete no banco do passageiro e, geralmente, acompanhado de um play back, deixa com que a imobilidade do trânsito o leve à frenética cadência de notas. &#8220;Tem gente que estranha, faz graça. Mas é a forma que tenho para estudar&#8221;, diz ele que já deu aulas de gaita na década de 80, estudou sax e, agora, trompete. Mas ele não é músico profissional, e acabou se dedicando à física e à mecatrônica.</p>
<p>Apesar de não ser nada recomendado pelas leis de trânsito estudar música e dirigir, nem deve estar no cálculo do seguro do seu veículo, o professor é um exemplo extremo de fã da música instrumental, do jazz ao samba, que vem conquistando lentamente mais público. Talvez menos que o necessário para tornar a profissão rentável, mas que a revigora e a faz sobreviver às modas da indústria fonográfica.</p>
<p>A retomada dessa admiração vem do esforço de músicos que buscam manter vivo esse diálogo entre os instrumentos e de casas de shows, bares e festivais espalhados pelo Brasil que permitem ao público desenvolver uma percepção estética da música baseada na improvisação. Em São Paulo, parte da retomada também contou com um reforço. Entre o ano passado e o início de 2009, bandas que lutavam sozinhas por espaço e, também, público, resolveram se unir para levar sua música para mais casas de show.</p>
<p>Assim nasceram o SP Vanguarda Instrumental (www.myspace.com/spvanguarda), com oito bandas; e o Movimento Elefantes (www.movimentoelefantes.com), que agrupa nove formações. Todos apostando em ser possível criar admiradores da música num nível próximo ao do professor Cirullo. &#8220;Nossa intenção, além de reunir público, é também atrair a atenção de produtores e de casas de música em geral, para conquistar novas oportunidades&#8221;, conta o baterista e compositor Carlos Ezequiel, porta-voz do SP Vanguarda, que nesta semana conseguiu espaço em mais uma casa dedicada ao jazz em São Paulo. &#8220;O fato é que, reunidos em um coletivo, temos mais força para negociar shows. Com o SP Vanguarda, estamos agendando shows, por exemplo, para Campinas até o fim do ano e há possibilidade de irmos para Belo Horizonte e Porto Alegre.&#8221;</p>
<p>Ele também é integrante de três bandas que fazem parte do &#8220;coletivo&#8221;: Sinequanon, MC4+ e SVCD. Os dois primeiros, calcados no jazz; o último, no samba-jazz. O alagoano Ezequiel é também professor no Conservatório Souza Lima, estudou cinco anos na Berklee College of Music (Boston-EUA) e tocou em festivais como o Montreux Jazz Festival, na Suíça. Chegou a tocar como sideman &#8211; músico contratado &#8211; de David Liebman (saxofone), Kurt Rosenwinkel (guitarra) e Howard Levy (gaita e piano) e diz que manter um público para esse tipo de música é também um trabalho árduo até no berço do jazz. &#8220;Desde 2000 prá cá, que o público da música instrumental no Brasil tem crescido. Prova disso, é o número de festivais pelo interior de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Amazonas.&#8221;</p>
<p>O mesmo afirma Vinícius Pereira, contrabaixista do Projeto Coisa Fina, uma das nove big bands que integra o Movimento Elefantes, criado em fevereiro deste ano. &#8220;Depois de criado o Movimento, passamos de um show por mês para quatro. Mas ainda ganhamos mal, mas mesmo assim temos que recusar shows agora, porque tenho que manter a banda sorrindo&#8221;, diz o músico, de 29 anos. O grupo, criado em 2005, é uma big band com 13 músicos, que buscam difundir as raízes da música brasileira, fixadas por nomes como o do maestro Moacir Santos, reverenciado por Vinícius de Moraes em seu &#8220;Samba da Benção&#8221;.</p>
<p>As apresentações do Elefantes começaram no Teatro da Vila, na Vila Madalena, com shows todas as segundas-feiras à noite. Segundo Pereira, o público crescia à medida que o trabalho era divulgado e, em certo momento, resolveram literalmente passar o chapéu ao fim de cada show. &#8220;Tem sido uma surpresa positiva. A pessoa se expressa no final com o dinheiro que tira do bolso quando termina o show. E nossas apresentações têm nos aberto outras portas, como eventos para empresas e novos espaços para tocar o nosso repertório, o que faz sentido prá gente.&#8221;</p>
<p>E a iniciativa tem compensado também os bares que decidiram dar espaço à música instrumental. O baixista e compositor Serginho Carvalho, que toca com o Djavan e já trabalhou com Leo Gandelman, Rita Lee, Arthur Maia, Simoninha, Zélia Duncan, entre outros, convenceu o dono de um bar na Vila Madalena a dar espaço à sua banda às segundas-feiras. &#8220;O resultado tem sido muito bom, para a música e para o bar&#8221;, conta o músico, que iniciou o &#8220;Projeto Instrumental&#8221; em março, com arranjos e composições próprias. O trombonista Bocato também faz um périplo pelos bares de São Paulo. Após tocar com Elis Regina, Ney Matogrosso, Itamar Assumpção, de ter criado a &#8220;Banda Metalurgia&#8221; nos anos 80, de ter tocado no Festival de Montreaux, agradece por cada espaço aberto para sua música. Em show realizado no mês passado, na Pompéia, em São Paulo, ele desabafou sobre a dificuldade em ser músico no País. Mas, do palco, antes de a banda atacar, afirmou: &#8220;ninguém pode segurar um som.&#8221; E que esse som seja sempre superior ao das buzinas dos veículos no engarrafamento.</p>
<p>Da tônica da TI à dominante em Bb</p>
<p>Entre as notas musicais, existem aquelas chamadas de &#8220;tônicas&#8221; que, quando executadas, dão a base do acorde. E, outras, batizadas de &#8220;dominantes&#8221;, que passam a sensação de tensão, emoção. A tônica de Leandro Martins Jr., 33 anos, é o seu trabalho na área de Tecnologia da Informação (TI), de onde ele tira a base de sustento da sua vida. Os acordes também podem variar, com mais ou menos tensão, mas não são suficientes para alguém que, como Leandro, se apaixonou por jazz e por um instrumento cuja beleza vem justamente dos solos, que precisam muito mais do que as notas da base: o trompete, em si bemol (Bb).</p>
<p>&#8220;Eu estudava violão, mas há uns dez anos resolvi aprender trompete. Quando a coisa começou a ficar mais séria, comecei a estudar a música formal e me envolver mais profundamente com jazz. Então, comecei a estudar técnica, com professor de formação erudita, e tive uma base bem segura. Mas o que me moveu realmente foi o jazz. É assim que quero falar (tocar).&#8221;</p>
<p>A sua formação na área de TI e seu gosto pela música o levou à Trama Virtual, gravadora virtual criada para divulgar na web músicos independentes e reunir fãs. Lá, ele chegou até o cargo de Chief Information Officer (CIO), como é conhecido na área o diretor de tecnologia de uma empresa. &#8220;Esse caminho de web e música me levou para a Trama, e comecei colaborando na área de tecnologia deles, mas houve um envolvimento grande também na parte artística, uma coisa ajudou a outra. Criamos a Trama Virtual, com o site de bandas, e por ali eu fiz o meu cantinho na web&#8221;, conta ele, que agora é coordenador de tecnologia da Exceda, não mais diretamente ligado à música, na parte de suporte a servidores, grandes PCs que comandam as redes de computadores de empresas. &#8220;Acho que dá para conciliar o trabalho com a música. Exige bastante esforço, mas há uma questão de expressão que, chega uma hora, você não consegue mais segurar. Você tem que colocar a banda na praça mesmo.&#8221;</p>
<p>E já está na praça. Há um ano e meio, criou a banda LJ5, que deve lançar seu primeiro trabalho no próximo ano e já vem realizando shows desde então com o repertório calcado no HardBob, no Cool Jazz e na Bossa Nova. E, para isso, Leandro e a banda estão em constante processo de criação. &#8220;A gente caminha muito na praia do &#8216;cool jazz&#8217;, numa linha que o Miles Davis criou. E eu tenho em mente que dá para falar mais coisas sobre esse estilo, musicalmente.&#8221; Clique aqui e ouça o som da banda.</p>
<p>&#8220;Pulverização&#8221; de shows prejudica músicos, diz Guilherme Vergueiro</p>
<p>O pianista, compositor, produtor e documentarista Guilherme Vergueiro reconhece que há uma retomada de público para a música instrumental no Brasil, mas é ainda muito pequena. Em sua avaliação, no fim da década de 80, faltou um processo de formação de platéia para a música instrumental. E, além disso, houve uma &#8220;pulverização&#8221; de shows por casas noturnas e a redução do tempo de apresentação. &#8220;Na década de 80 trabalhávamos muito tanto em São Paulo quanto no Rio. E ganhávamos dinheiro. Fazíamos temporadas de terça a domingo e era mais fácil de a imprensa acompanhar. Porque falando bem ou falando mal, isso ajudava. Hoje, tem mais lugares para tocar, mas você sai de lá com R$ 20 no bolso. Houve uma pulverização.&#8221;</p>
<p>Mas é por causa dessa retomada que ele comemora, no Auditório Ibirapuera no domingo, 40 anos de carreira, aproveitando para lançar o segundo volume da série batizada de Intemporal/Timeless, com músicas gravadas de 1971 até 2008 e que nunca foram lançadas, apesar de seus 12 discos lançados até hoje. &#8220;O show domingo terá só músicas inéditas&#8221;, conta, lembrando que haverá uma homenagem a Johnny Alf, com a participação especial de Sizão Machado e Laudir de Oliveira.</p>
<p>&#8220;Agora, que estão redescobrindo a música instrumental, faço o show para mostrar que estamos vivos, e que tem jovens músicos participando disso. E, a homenagem ao Johnny Alf, eu não deixo de falar nele desde quando o conheci, quando eu era garoto. Ele meu deu muito autoestima e é um dos únicos que tem capacidade poética tanto na palavra como na melodia e na harmonia. É um músico completo.&#8221;</p>
<p>Público cai à medida que música se afasta da dança, diz Leo Gandelman</p>
<p>Quando as grandes orquestras da era do swing nos Estados Unidos, que levavam ao delírio o público nas pistas de dança nas décadas de 40 e 50, cedeu espaço para o bebop houve uma redução do público do jazz. O mesmo pode se aplicar ao que vem acontecendo no Brasil na música instrumental. A avaliação é do saxofonista e compositor Leo Gandelman, um dos maiores músicos da música instrumental brasileira, com a versatilidade de ir do jazz à música clássica. &#8220;Eu costumo dizer que musica instrumental é terreno grande, mas fica no deserto do Saara. Tem que ser trabalhado com muito ideal e sonho.&#8221;</p>
<p>Para ele, o jazz americano e o jazz com sotaque brasileiro, mais intelectual, e a música clássica, têm um público fiel que forma um nicho de mercado, para o qual &#8220;é difícil pensar em crescimento de espaço&#8221;. &#8220;O Brasil é muito monofásico, a mídia insiste em moda, na música do momento. É difícil que qualquer outra corrente de música alternativa consiga mais público&#8221;, diz ele, que acha que até a MPB hoje já pode ser considerada hoje como música alternativa . Segundo ele, até músicos americanos buscam o mercado europeu para conseguir sobreviver.</p>
<p>&#8220;Na década de 80, houve um pequeno aumento no jazz. Eu experimentei isso no meu trabalho. Mas hoje eu sinto que toco muitas vezes para nichos, onde a música é entendia&#8221;, diz o músico que acabou de chegar de um festival de jazz na Rússia, se apresentou nesta semana em São Paulo num duo clássico com a pianista Estela Caldi, e estará em 9 de dezembro em Caracas (Venezuela), num concerto da peça &#8220;Fantasia&#8221;, de Villa Lobos, com a Orquestra Simon Bolívar, sob regência de Isaac Karabtchevsky.</p>
<p>Mas, por outro lado, ele vê um crescimento do chorinho, do samba-jazz e, até, do frevo, que trazem os dançarinos de volta ao centro do salão. &#8220;A diversidade da música brasileira é muito grande, com o choro, o frevo, o samba. E vejo que tem feito muito sucesso. Na Lapa, no Rio, tem mil grupos fazendo choro e samba, que na música instrumental se mistura com o samba-jazz. No frevo, tem o Spok Frevo Orquestra, que é a renovação do frevo&#8221;, conta ele, que participou do show da banda no Carnaval em Olinda.</p>
<p>Para divulgar o jazz, e também todo o seu trabalho na música instrumental, ele pessoalmente recebe as mensagens de fãs em seu site na web (www.leogandelman.com.br) e, às terças-feiras, entra no ar com um programa de música instrumental na Rádio MPB FM, do Rio. &#8220;Eu também gosto muito dessa coisa do jazz intelectualizado, torço para que cresça o interesse. Quem trabalha nessa área da música alternativa, faz isso com muito sonho. E tocamos com muito amor, independentemente das circunstâncias.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,musica-instrumental-conquista-pouco-a-pouco-seu-espaco,466513,0.htm">http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,musica-instrumental-conquista-pouco-a-pouco-seu-espaco,466513,0.htm</a></p>
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		<title>Estadão</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 15:35:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Matéria no Estadão de 14 de setembro de 2009.
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_272" class="wp-caption aligncenter" style="width: 448px"><a style="text-decoration: none;" href="http://www.movimentoelefantes.com.br/wp-content/uploads/2009/09/estadao-setembro-2009.jpg"><img class="size-full wp-image-272 " title="Matéria no Estadão de 14 de setembro de 2009." src="http://www.movimentoelefantes.com.br/wp-content/uploads/2009/09/estadao-setembro-2009.jpg" alt="Estadão, 14 de setembro de 2009" width="438" height="559" /></a><p class="wp-caption-text">Matéria no Estadão de 14 de setembro de 2009.</p></div>
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		<title>Centro Cultural Rio Verde</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 17:36:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[R. Belmiro Braga, 119 &#8211; Pinheiros, São Paulo, SP.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>R. Belmiro Braga, 119 &#8211; Pinheiros, São Paulo, SP.</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=108952032372987935363.00047064fcfe922437fb2&amp;ll=-23.559806,-46.687219&amp;spn=0.013768,0.018239&amp;z=15&amp;output=embed"></iframe></p>
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		<title>New Jazz</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 13:57:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rua João Moura, 739, Pinheiros, SP

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Rua João Moura, 739, Pinheiros, SP</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;q=R.+Jo%C3%A3o+Moura,+739+-+Jardim+Paulista,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05412-002,+Brasil&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=31.28862,55.810547&amp;ie=UTF8&amp;cd=1&amp;geocode=FQyFmP4dGL03_Q&amp;split=0&amp;ll=-23.548645,-46.674557&amp;spn=0.008831,0.013626&amp;z=14&amp;output=embed"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;q=R.+Jo%C3%A3o+Moura,+739+-+Jardim+Paulista,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05412-002,+Brasil&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=31.28862,55.810547&amp;ie=UTF8&amp;cd=1&amp;geocode=FQyFmP4dGL03_Q&amp;split=0&amp;ll=-23.548645,-46.674557&amp;spn=0.008831,0.013626&amp;z=14" style="color:#0000FF;text-align:left"></a></small></p>
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		<title>Teatro da Vila</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 04:28:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rua Jericó, 256, Vila Madalena, São Paulo, SP.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Rua Jericó, 256, Vila Madalena, São Paulo, SP.</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=108952032372987935363.00047106f8de41ad86647&amp;ll=-23.548586,-46.689341&amp;spn=0.006885,0.00912&amp;z=16&amp;output=embed"></iframe></p>
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		<title>Veja São Paulo</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 02:35:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Matéria na Veja São Paulo de 5 de Agosto de 2009.
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90" class="wp-caption aligncenter" style="width: 406px"><a href="http://www.movimentoelefantes.com.br/wp-content/uploads/2009/09/vejinha-agosto-web-2009.jpg"><img class="size-full wp-image-90 " title="Vejinha de Agosto de 2009" src="http://www.movimentoelefantes.com.br/wp-content/uploads/2009/09/vejinha-agosto-web-2009.jpg" alt="Matéria na Veja São Paulo de 5 de Agosto de 2009" width="396" height="541" /></a><p class="wp-caption-text">Matéria na Veja São Paulo de 5 de Agosto de 2009.</p></div>
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		<title>O Movimento Elefantes</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 22:19:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Quem Somos?!?]]></category>

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		<description><![CDATA[Elefantes é um movimento de bandas de sopro (orquestras ou big bands) integrado por nove grupos paulistas: Banda Urbana, Projeto Coisa fina, Projeto Meretrio2, Big da santa, Reteté Big Band, Grupo Comboio, Soundscape, Heart Breakers, Banda Jazzco e Banda Savana.

É também uma iniciativa inédita, sendo a primeira vez que um coletivo de big-bands se reúne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Elefantes é um movimento de bandas de sopro (orquestras ou big bands) integrado por nove grupos paulistas: Banda Urbana, Projeto Coisa fina, Projeto Meretrio<sup>2</sup>, Big da santa, Reteté Big Band, Grupo Comboio, Soundscape, Heart Breakers, Banda Jazzco e Banda Savana.<br />
<br />
É também uma iniciativa inédita, sendo a primeira vez que um coletivo de big-bands se reúne para difundir e formar público para a música instrumental por meio de ações colaborativas.<br />
<br />
Todos os grupos trabalham com músicas autorais, além de interpretarem grandes compositores brasileiros, latinos e do jazz. Apesar de contarem com uma formação instrumental parecida (saxofones, trompetes, trombones, baixo, guitarra, piano e bateria), cada grupo tem uma sonoridade e trajetória particular.</p>
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